filme ruim, novamente. mesmas pessoas. com a diferença de que nesse eu não estava com muita vontade de olhar para a tela, porque né, ser facilmente impressionável e frouxa é para viadinhas que nem eu.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Coloquei há algum tempo a televisão na MTV, vi uns especiais sobre HIV e agora estou assistindo o Lab Clássicos. Tem uma música tocando, soa como rock clássico mesmo, eu não sei quem toca, não sei o nome e nem vou descobrir, mas o solo é bom. Eu estou com sono mas não quero ir para cama ainda, estou cansada de ter saído e depois armado a árvore de natal, que agora está piscando e me deixando com mais sono ainda. Era para eu estar dormindo, ou estudando, tenho provas a semana inteira e um projeto para entregar e ainda não fiz nada. Mas agora o clipe é estranho e ridículo, e fazia tempo que eu não ficava assim, no ócio, então vou continuar aqui mais um pouquinho.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Não. Não. ISSO NÃO ACONTECEU!
Ir ao cinema tem mais a ver com a companhia do que com o filme, fato. Ir ao cinema com duas pessoas amáveis e ficar rindo o tempo inteiro, com um filme que é bem trash (mas interessante) é um bom motivo para poder considerar a melhor sessão de cinema ever.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
ficção da vida real
Eu já estou acostumada com isso, mas mesmo assim não deixa de incomodar, essa mania de ficar sempre imaginando diversas situações onde eu sou a personagem principal, ou criar videoclipes mentais com cada música que eu ouço, ou leia-se simplesmente fantasiar com minha própria vida. Acho que é normal, mas não gosto porque as coisas nunca vão do jeito que as imaginamos, logo, imaginar é só uma maneira de fazer com que aquilo não aconteça daquele jeito. Porque convenhamos, não tem como se decepcionar com algo que você não tinha nenhuma expectativa, e eu acho consideravelmente boa a idéia de alguma coisa que possa deixar meu cérebro em stand-by quando eu não estou usando, justamente para ele não ir para caminhos que eu não quero que ele vá.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
for the times they are a-changin'
The line it is drawn
The curse it is cast
The slow one now
Will later be fast
As the present now
Will later be past
The order is
Rapidly fadin'.
And the first one now
Will later be last
(Não há nada a ser acrescentado uma vez que Bob Dylan já falou o que havia para ser falado)
The curse it is cast
The slow one now
Will later be fast
As the present now
Will later be past
The order is
Rapidly fadin'.
And the first one now
Will later be last
(Não há nada a ser acrescentado uma vez que Bob Dylan já falou o que havia para ser falado)
domingo, 25 de outubro de 2009
Então eu pensei "Eu não quero estar aqui, eu quero estar em um lugar legal, diferente, eu quero estar na Paulista". Então eu fui para a Paulista. Uma coisa importante é lembrar que, quando você está com problemas e não consegue encontrar respostas olhando para si mesmo, o melhor a se fazer é ir olhar para alguém que não seja você, logo, eu acabei indo parar no MASP. Foi a segunda vez que eu fui lá, em circunstâncias bem diferentes da primeira, mas ir em um museu sozinha é bom porque te livra da parte de comentar as obras, ou de não poder gastar o tempo que quiser observando cada uma.
Ir no museu, andar sozinha, parar no Starbucks para gastar uma fortuna tomando Chai Latte, ir na Livraria Cultura, ler Crime e Castigo, ouvir Beirut, ver um pouco de sol e respirar, tudo isso contribuiu para que eu visse - não repentinamente, mas após grande período de consideração - o que estava errado em mim, e que era justamente ter parado de ver e entender arte, de ficar sozinha, lendo um livro sentada em um banco ouvindo música boa e com significado.
Cheguei em casa e falei com a Dri, e tudo se encaixou mais ainda no lugar e eu pude ver que eu já tinha voltado a mudar - não para algo totalmente diferente, mas para quem eu era antes, quem eu realmente era. É certo que muitas coisas não podem, nem devem mudar, mas encontrar com você mesmo é algo tão bonito, mas tão bonito, que serve para ajudar a esquecer todo o resto.
Não tenho mais medo de ficar sozinha. Não estou disposta a aceitar algo que não me convém, com que eu não concordo, que não me satisfaz. Não me contento com o ordinário, com o aceitável, com o trivial. Não tenho mais medo de ser quem eu sou, doa a quem doer, estranhe quem estranhar.
Ir no museu, andar sozinha, parar no Starbucks para gastar uma fortuna tomando Chai Latte, ir na Livraria Cultura, ler Crime e Castigo, ouvir Beirut, ver um pouco de sol e respirar, tudo isso contribuiu para que eu visse - não repentinamente, mas após grande período de consideração - o que estava errado em mim, e que era justamente ter parado de ver e entender arte, de ficar sozinha, lendo um livro sentada em um banco ouvindo música boa e com significado.
Cheguei em casa e falei com a Dri, e tudo se encaixou mais ainda no lugar e eu pude ver que eu já tinha voltado a mudar - não para algo totalmente diferente, mas para quem eu era antes, quem eu realmente era. É certo que muitas coisas não podem, nem devem mudar, mas encontrar com você mesmo é algo tão bonito, mas tão bonito, que serve para ajudar a esquecer todo o resto.
Não tenho mais medo de ficar sozinha. Não estou disposta a aceitar algo que não me convém, com que eu não concordo, que não me satisfaz. Não me contento com o ordinário, com o aceitável, com o trivial. Não tenho mais medo de ser quem eu sou, doa a quem doer, estranhe quem estranhar.
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