sexta-feira, 27 de agosto de 2010

"nossa gustavo, voce não sabe como eu amo esse menino"


Mundo, você não sabe como eu amo esse menino. Deve ter algo de errado (deve?) com alguém que tenha aprendido tanto com um personagem de um seriado. Talvez não, quando esse personagem é ele. Sei que já falei dele, já falei um texto enorme sobre o que eu entendi da trajetória dele, mas não cheguei a comentar o que ele significa para mim. 
Cook é praticamente tudo que eu nunca fui. Menino, inconseqüente, usuário de drogas, filho de uma família destruída, cheio de problemas, agressivo, despreocupado, sem um futuro. Cook é praticamente tudo que eu sempre fui, apaixonado, repleto de amor pelos amigos, desesperado por um mundo melhor do que o que ele vive, um mundo diferente, viver algo diferente.
Cook, eu fico mal por o seu final ter sido como foi, fico triste por você não ter vido sua vida melhorar, por você não ter conseguido continuar com ela da maneira que você queria. Mas Cook, eu me sinto feliz por você ter terminado como você sempre foi, por ter sido fiel a si mesmo até o fim. O mundo espera por nós.

domingo, 22 de agosto de 2010

Continuamos falhando

Faz tempo que eu não posto aqui, mas é por falta de tempo e de saco mesmo. Mas a balada de ontem/hoje foi ÉPICA(mente fail) para eu não compartilhar.
Saímos eu e a Talita - grande Talita, companheira de diversos micos, de grandes momentos de falha, de desespero e de falta de noção pura - para ir na Outs, as duas naquela fé de que seria o dia em que colocaríamos um fim em nosso período sem ficar com caras lindos e estilosos. Como eu sou retardada (quem me conhece sabe), já fomos todo o caminho rindo que nem idiotas, porque falamos de assuntos que passavam desde Toot & Puddle, os porquinhos viados, até jogadores de futebol - porque né, a Talita também tem um amplo conhecimento sobre jogadores de futebol bonitos.
Logo, antes mesmo de chegarmos na Outs e bebermos, as duas já estavam mais brisadas do que muita gente fica usando drogas. E as primeiras horas de balada foram normais, na medida do possível, as coisas só começaram a sair do trilho quando apareceu o Zach Condon Fake dançando da maneira mais tosca/risível/surtada do mundo, digna daqueles filmes de sessão da tarde, só que claro que ninguém entrava na dele. 
Depois de bebermos uma tequila básica e percebermos que não ia rolar nada com os caras dali, entramos numa fase de profunda falta de preocupação com dignidade ou compostura. Tanto que chegamos no momento em que começamos a imitar a dança do Zach Condon Fake e, porque éramos retardadas, eu virei para ela e disse: "Talita, você é o Cesc Fabregas e eu sou o Van Persie. Vamos jogar futebol \o\" e começamos a fingir estar jogando (a pista estava furada, não tinha ninguém bonito e a gente estava pouco se importando mesmo), até o momento em que, no auge da minha glória futebolística imaginária, fui chutar ao gol e meu sapato saiu voando.
Sério. Nessa noite ainda tivemos muitas outras aventuras, incluindo a sala ocupada por espíritos, emos bolivianos nos perseguindo e eu mandando mensagens de texto terminadas em "mwahahaha" para todos da minha agenda. 
Ou seja, continuamos aí, continuamos na mesma.

domingo, 1 de agosto de 2010

que Deus nos ajude ao enfrentar agosto

Eu estava no tumblr ontem quando vi uma imagem falando sobre enfrentar agosto. Todo mundo fala sobre agosto ser o mês mais estranho do ano, com uma espécie de tendência a fazer as coisas não darem certo. Nunca tinha realmente analisado o assunto, mas quando eu parei para pensar, acabei vendo que verdade, essa época no ano passado foi quando tudo começou a dar errado, quando meu ano começou a virar um desastre. Meu primeiro beijo foi em agosto, a primeira vez que minha irmã foi para os Estados Unidos - também conhecido com um dos piores meses da minha vida - foi em um primeiro de agosto. Mês infernal.
Não gosto de dar credibilidade a crenças infundamentadas assim - oi, é um mês em doze, não tem nenhum motivo para ele carregar má sorte consigo. Mas se for para acreditar, ou ao menos se preocupar, e eu tenho motivos para temer que algo ruim aconteça nesse mês, como por exemplo o fato do meu tio estar com leucemia, eu vou acreditar que o bizarro do agosto desse ano é que tudo nele vai dar certo. Ele vai surpreender justamente por fugir a regra, por fazer com que eu me lembre dele depois como um dos melhores meses do ano. 
Entendam, isso vai acontecer. Pelo menos da minha parte, vai sim. E eu ainda poderia falar sobre vários outros assuntos aqui, dieta, jogadores de futebol ou meu vício no tumblr que me faz ser um pouco displicente com esse blog, mas eu nem estou com vontade.


Eu só queria falar, em resposta a um post de um amigo no blog dele - me dando ao convencimento de achar que ele se referia a mim, mas também, um pouco de falta de modéstia não mata ninguém - que Julho foi um ótimo mês. De verdade, um mês adorável, e eu amei cada minuto gasto falando de Sergios Ramos e Fernandos Torres e a seleção espanhola. Obrigada ♥