sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

sonhos

Copiado do e-mail que eu mandei para o Gustavo por preguiça de escrever novamente:
Eu ando tendo os sonhos mais estranhos. Ontem sonhei que eu era a Kitty Pride adolescente, amiga do Flash também adolescente, e nós vivíamos brigando e com TSNR. No sonho íamos em um prédio que eu já fui antes em sonhos, um monte de coisas aconteciam, assim, de ação e aventura, sabe, e terminava comigo indo encontrar o Flash para brigar com ele, mas na verdade era a mística e ela tentava me matar me jogando do prédio, só que aí eu caía e sabia que ia atravessar o chão mas não sabia como eu faria depois, como pararia e voltaria à superfície. Aí o sonho acabou.
Hoje foi um mais estranho ainda. Era sábado, e eu era eu mesma, e sabe Deus porque eu ia numa festa/balada perto de casa (não confere) e fazia umas amizades lá com umas garotas meio mano, sabe, mas que eram legais. A festa era num sábado de manhã, e saíamos de lá bêbadas e eu ia para casa, que era pertinho de lá, e não sei se acontece com você, mas sempre que sonho com a minha vizinhança é a mesma vizinhança, mas ela é diferente (e mais legal) da que existe de verdade? Enfim, chego em casa, minha mãe me enche porque eu fui para a festa, eu durmo um pouco (é, eu durmo nos meus sonhos) e acordo sábado a tarde com minhas novas amigas me chamando para um pocket show (é, wtf) que vai ter num CEU perto de casa, em um lugar que na realidade não tem um CEU, e sim um monte de prédios. Chego lá no CEU pensando “mas que droga de pocket show vai ser esse, nenhuma banda boa tocaria aqui nesse lugar” e no começo não toca mesmo, mas aí chega uma banda cover de Fratellis, toca Henrietta e tem mais gente lá que conhece, e eu penso “nossa, será que algum deles é aproveitável, será que eu vou conhecer meu namorado aqui?” e no próximo momento eu estou com um CD de uma banda que eu mal conheço e nem gosto muito, mas estava lá e eu tinha o CD e pensei “por que não autografar, né?”. O vocalista sai do camarim, eu peço o autógrafo, ele olha para mim e diz “você não quer uma foto?” e eu “não to com a câmera” e ele “eu tenho uma, eu tiro a foto e te mando por e-mail” e eu “ok”, entro no camarim com ele, ele vai me dando um monte de souvenirs da banda, tiramos a foto, e eu acordo bem nesse momento e penso “Gente, como eu era inocente, o cara queria claramente me comer!”.
Essa sou eu.

Um comentário:

Anônimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.