quinta-feira, 7 de agosto de 2014

all fired up

Praticamente toda vez que eu posto sobre minha vida romântica aqui é para falar sobre como eu estou falhando. Vários posts, vários exemplos e tal, não vale nem colocar os links. Aí que agora, assim, mudou. Parou de falhar, engatou a primeira e foi - do nada.
Tudo bem, digamos que não é de agora. Se o primeiro semestre de 2014 não chegou no nível dos idos 2009 (meu primeiro ano de faculdade, talvez esses ciclos estejam relacionados com o início de graduações?), ele foi bem mais decente do que os anos anteriores. E agora, em mais um agosto*, minha sofrida área do romance resolveu que não, peraí, vamos fazer alguma coisa. E não naquele meu jeito louco, de ver evidência onde não tem, de ficar sonhando com o que pode acontecer. Estamos falando de fatos. Eu tenho até print screen, testemunhas, uma loucura.
Enfim, não vou entrar em detalhes porque são muitos fatores em andamento para eu prever alguma conclusão concreta. Temos aí mais umas três semanas, quem sabe o que pode acontecer, mas pode apostar que eu volto para contar. Mas só de eu estar escrevendo esse post, uma nota positiva nesse assunto, já é uma mudança tão grande que nem sei, daqui a pouco as reservas de água voltam ao normal em São Paulo.
Aguardem.

*Eu estava aqui refletindo - o trabalho anda devagar, gente - e concluí que todos os meus maiores marcos em romance (todos, sério) aconteceram em agosto. Pode ver. Nessa mesma época, um ano atrás, teve um dos erros mais errados da minha curta carreira. Na última bienal eu fiquei o dia inteiro falando com a Talita sobre... É. Até meu primeiro beijo foi em um 25/08. OU SEJA.